Os vereadores aprovaram na manhã desta quarta-feira (6), o Projeto de Lei (PL) 08/2022, de autoria do Executivo, que estabelece 5% de reajuste para os servidores da prefeitura. A votação foi marcada por protestos do Sindicato dos Servidores Públicos (Sindiserv) que, em um primeiro momento, levaram a suspenção da sessão ordinária e, em seguida, ao encerramento do debate no plenário da Câmara de Macaé. O PL teve 15 votos favoráveis e nenhum contrário. O presidente Cesinha (Pros) e o seu vice Edson Chiquini (PSD) não votaram.
Além dos 5% de reajuste salarial, o PL prevê 25% de aumento no auxílio alimentação, que passará de R$ 400 para R$ 500. Para quem recebe vencimentos de até R$2.262 ainda está previsto um incremento de 50% no auxílio refeição, que será alterado de R$ 200 para R$300. A Lei entra em vigor a partir da data da sua publicação pelo prefeito Welberth Rezende (Cidadania), mas o reajuste será com data retroativa a 1º de março.
O presidente da Câmara de Vereadores de Macaé , vereador Cesinha, suspendeu a sessão da câmara indefinitiva por conta da manifestação dos servidores no interior o que proibido pelo regime interno.
O presidente da Câmara em sua fala antes do término da sessão disse não ter " Medo da Presidente do Sindicato Miriam" e disse "essa briga será entre mim e a senhora presidente". A presidente do sindicato dos servidores públicos municipais de Macaé, Miriam Seso , se sentiu ameaçada e foi juntamente com diretor do Sindicato Brito e, registrou um boletim de ocorrência contra o presidente da Câmara por ameaça na 123ªDP de Macaé.




O vereador Cesinha vêm intimidando, atacando e ameaçando o servidor.Um jagunço.
ResponderExcluirTotal apoio a presidente do sindicato.Repúdio a essa Câmara que nos humilha.
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