Irmão do prefeito Welberth é alvo de Fake News da Operação Nova Capistrum da PF


Presidente municipal do Cidadania em Macaé, irmão do prefeito Welberth Rezende, prepara ações judiciais contra a disseminação de informações falsas nas redes sociais.

Uma onda de desinformação tomou conta das redes sociais nesta terça-feira (2 de dezembro) após a deflagração da Operação Nova Capistrum pela Polícia Federal em Macaé (RJ) e na Paraíba. Perfis e sites propagaram a falsa notícia de que Márcio Rezende, presidente do diretório municipal do Cidadania em Macaé e irmão do prefeito Welberth Rezende, teria sido alvo da operação. A informação é completamente falsa.

Segundo informações oficiais divulgadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a Operação Nova Capistrum teve como objetivo apurar a atuação de organizações criminosas e milícias na coação de eleitores, financiamento ilícito de campanhas eleitorais e inserção de representantes no poder público municipal em Macaé.

Foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, sendo 16 em Macaé e 5 na Paraíba. Os alvos da operação incluem empresários, agentes políticos (vereadores) e servidores públicos apontados como articuladores do esquema criminoso. Entre os investigados estão também pessoas com forte atuação no tráfico de drogas e lideranças de narcomilícias com domínio territorial em comunidades da região.

Márcio Rezende não consta entre os alvos
Márcio Rezende não teve seu nome mencionado em nenhum documento oficial da Polícia Federal ou do Ministério Público. Ele não foi alvo de qualquer mandado de busca e apreensão, não foi intimado e não possui qualquer envolvimento com a investigação.

A reportagem da Agência Fonte Exclusiva consultou as páginas oficiais da Polícia Federal e matérias dos principais veículos de imprensa e não encontrou nenhuma referência ao nome de Márcio Rezende relacionada à operação.

A campanha de desinformação
Pessoas próximas a Márcio Rezende avaliam que a campanha de fake news foi orquestrada com objetivo político, especialmente após o Congresso do partido Cidadania realizado no último sábado (30), que lotou a Câmara de Vereadores do RJ.

Fake News sobre Operação Nova Capistrum: Márcio Rezende não foi alvo de ação da PF
Presidente municipal do Cidadania em Macaé, irmão do prefeito Welberth Rezende, prepara ações judiciais contra disseminação de informações falsas nas redes sociais
 
Uma onda de desinformação tomou conta das redes sociais nesta terça-feira (2 de dezembro) após a deflagração da Operação Nova Capistrum pela Polícia Federal em Macaé (RJ) e na Paraíba. Perfis e sites propagaram a falsa notícia de que Márcio Rezende, presidente do diretório municipal do Cidadania em Macaé e irmão do prefeito Welberth Rezende, teria sido alvo da operação. A informação é completamente falsa.

Segundo informações oficiais divulgadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a Operação Nova Capistrum teve como objetivo apurar a atuação de organizações criminosas e milícias na coação de eleitores, financiamento ilícito de campanhas eleitorais e inserção de representantes no poder público municipal em Macaé.

Foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão, sendo 16 em Macaé e 5 na Paraíba. Os alvos da operação incluem empresários, agentes políticos (vereadores) e servidores públicos apontados como articuladores do esquema criminoso. Entre os investigados estão também pessoas com forte atuação no tráfico de drogas e lideranças de narcomilícias com domínio territorial em comunidades da região.

Márcio Rezende não consta entre os alvos
Márcio Rezende não teve seu nome mencionado em nenhum documento oficial da Polícia Federal ou do Ministério Público. Ele não foi alvo de qualquer mandado de busca e apreensão, não foi intimado e não possui qualquer envolvimento com a investigação.

A reportagem da Agência Fonte Exclusiva consultou as páginas oficiais da Polícia Federal, matérias dos principais veículos de imprensa e não encontrou nenhuma referência ao nome de Márcio Rezende relacionada à operação.

A campanha de desinformação
Pessoas próximas a Márcio Rezende avaliam que a campanha de fake news foi orquestrada com objetivo político, especialmente após o Congresso do partido Cidadania realizado no último sábado (30), que lotou a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.

Na ocasião, o prefeito de Macaé, Welberth Rezende, foi reconduzido à presidência do diretório regional da sigla.

Welberth Rezende foi reeleito prefeito de Macaé em outubro de 2024 com expressivos 85,60% dos votos válidos (111.953 votos), a maior votação da história do município. Atualmente, é um dos prefeitos com melhor avaliação popular no Estado do Rio de Janeiro, o que tem motivado adversários políticos a tentar desgastar a imagem de sua família e do partido.

Os advogados de Márcio Rezende já estão preparando ações judiciais nas esferas cível e criminal contra sites e perfis em redes sociais que disseminaram as informações falsas. As medidas visam responsabilizar os autores da desinformação e garantir reparação pelos danos causados à honra e à imagem do dirigente partidário.

Entenda os crimes investigados na Operação Nova Capistrum
De acordo com as investigações conduzidas pela 8ª Promotoria Eleitoral e pela Polícia Federal, a operação apura:

Corrupção eleitoral: Uso de empresas com contratos junto à Prefeitura e Câmara Municipal de Macaé para financiamento ilegal de campanhas
Lavagem de dinheiro: Movimentações financeiras suspeitas que somam centenas de milhões de reais, conforme relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)
Organização criminosa: Infiltração de facções criminosas e milícias na política local
Coação de eleitores: Uso de empresas clandestinas de internet (gatonet) e distribuidoras de gás para controle territorial e intimidação
Peculato e ameaças: Desvio de recursos públicos e intimidação a candidatos independentes
O nome da operação, “Nova Capistrum”, faz referência ao “voto de cabresto”, prática de controle político associada ao período do coronelismo no Brasil. O termo “capistrum” deriva do latim e significa “mordaça” ou “freio”, simbolizando a restrição da liberdade do eleitor.

Como identificar fake news
Este caso exemplifica a importância de verificar as fontes antes de compartilhar informações nas redes sociais. Sempre que surgirem notícias sobre operações policiais, é fundamental:

Consultar fontes oficiais: Sites da Polícia Federal, Ministério Público e órgãos de imprensa confiáveis
Verificar se o nome da pessoa está mencionado em comunicados oficiais
Desconfiar de informações divulgadas apenas por perfis anônimos ou sites sem credibilidade
Não compartilhar antes de confirmar a veracidade da informação
A disseminação de fake news pode configurar crimes como calúnia, difamação e injúria, além de gerar responsabilização civil por danos morais.

Fontes oficiais:

Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro

Polícia Federal

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