Assistência social e educação em debate na Câmara

 O Legislativo de Macaé aprovou nesta terça (5), entre outras matérias, três requerimentos de Iza Vicente (Rede).  O primeiro solicita ao Executivo informações sobre a viabilidade de reativar o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Social como forma de combate à pobreza. “Não estamos conseguindo avançar nos programas sociais”. Segundo ela, os recursos dos royalties devem ser empregados na área social.

Iza afirma que a cidade tem cerca de 10 mil famílias em vulnerabilidade. Além da política de restaurante popular, com promessa de retorno, ela acrescenta que é preciso buscar outras iniciativas como a moeda social e a renda básica. O presidente Cesinha (Pros) apoiou, lembrando a gravidade do problema da fome e a dificuldade que as pessoas estão passando até para comprar gás de cozinha.

Outra proposição apresentada pela vereadora cobra o transporte para a escola da Sociedade de Ensino e Terapia Macaense, conhecida como Sentrinho.  Novamente, Cesinha opinou, afirmando saber do caso de uma criança em Córrego do Ouro que está sem poder estudar. “Já falei sobre isso. O Sentrinho precisa de transporte”.



O terceiro requerimento de Iza que também recebeu votação favorável foi sobre a superlotação nas escolas, pedindo por solução. “Além disso, fiquei sabendo que a creche do Sana vai deixar de funcionar em tempo integral por falta de profissionais”. Cesinha fez um comentário geral sobre o papel dos secretários de governo. “O gestor precisa buscar os profissionais onde for necessário”.

As pautas geraram um debate sobre o desempenho das secretarias de Desenvolvimento Social e da Educação. Também participaram da discussão o líder do governo Luciano Diniz (Cidadania), Tico Jardim (Pros), Paulo Paes (União Brasil) e Luiz Matos (Republicanos). 







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